Justiça social, economia baseada em recursos (e não dinheiro), estado constituído por voluntários não remunerados e devidamente qualificados, liberdade individual, proteção às minorias, extinção do trabalho pela sobrevivência, direitos proporcionais às contribuições à sociedade, democratização do conhecimento, dever de conhecer, dever do estado de informar, existência de serviço militar.
Ter por objetivos principais da sociedade:
-O Bem estar social, psicológico, intelectual e físico.
-Conhecer o máximo possível do universo através do método científico.
-Desenvolver a tecnologia.
-Compilar e aprofundar o conhecimento filosófico da humanidade
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segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Sobre a mente e o tempo.
Pela relatividade restrita, temos que o universo é quadridimensional, temos as três dimensões espaciais e o tempo (ct,x,y,z). Filosofando, eu diria que existem dois tipos de entidades:objetos e processos. Os primeiros são entidades espaciais, como uma pedra por exemplo. Os segundos são entidades temporais, como o movimento.
Agora faço uma pergunta: se "tirarmos" um instantâneo do universo, ou seja, descreve-lo num instante específico de duração nula, a mente existe nesse instante? Note que no instantâneo não existe diferença entre uma pedra e um humano, ambos são só um monte de átomos parados. Disso, digo que não há ali evidências da existência da mente, o que me leva a conjecturar que a mente é uma entidade temporal, um processo, no caso, ela só existe ao longo de um intervalo de tempo no mínimo finito, nunca num instantâneo. Ou seja, se o corpo é a parte de nós que é espacial, a mente é a parte temporal.
Agora, se uma entidade temporal pode existir sem uma espacial, e vice-versa, aí é outra história.
Agora faço uma pergunta: se "tirarmos" um instantâneo do universo, ou seja, descreve-lo num instante específico de duração nula, a mente existe nesse instante? Note que no instantâneo não existe diferença entre uma pedra e um humano, ambos são só um monte de átomos parados. Disso, digo que não há ali evidências da existência da mente, o que me leva a conjecturar que a mente é uma entidade temporal, um processo, no caso, ela só existe ao longo de um intervalo de tempo no mínimo finito, nunca num instantâneo. Ou seja, se o corpo é a parte de nós que é espacial, a mente é a parte temporal.
Agora, se uma entidade temporal pode existir sem uma espacial, e vice-versa, aí é outra história.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Sobre a Fé
"Fé é o firme firmamento daquilo que se espera e a prova do que não se vê."
Esse é a "definição" que encontrei na Bíblia do que é fé. Nesse caso, fé não é ter esperança, segurança ou crença simples em algo. Fé é algo que te mostra a verdade sobre um evento ou entidade. Ou seja, não é acreditar sem provas como muitos dizem.
A idéia de fé supõe a existência de uma verdade absoluta sobre a qual ela se refere. Fazendo uma analogia com a visão humana, podemos dizer que existe uma verdade absoluta, que é a visão de uma imagem, e podemos dizer que a visão dessa imagem prova a existência dessa imagem (embora não prove a existência do objeto que ela representa). Porém essa prova só é válida para aquele que tem a visão de tal imagem. Um cego não tem prova alguma, e nem pode ter, da existência da tal imagem. Assim, levando adiante a analogia, podemos dizer que quem não tem fé é como um cego.
Ora, como se pode julgar alguém por não ser capaz de enchergar? Mas é isso que muitos fazem ao condenarem os outros por não acreditarem em Deus. É o mesmo que dizer que é um crime ser cego!
Não tenho fé que Deus exista (considerando a definição acima). Mas se ele existir, não acho que ele me condenará por eu ser cego.
Esse é a "definição" que encontrei na Bíblia do que é fé. Nesse caso, fé não é ter esperança, segurança ou crença simples em algo. Fé é algo que te mostra a verdade sobre um evento ou entidade. Ou seja, não é acreditar sem provas como muitos dizem.
A idéia de fé supõe a existência de uma verdade absoluta sobre a qual ela se refere. Fazendo uma analogia com a visão humana, podemos dizer que existe uma verdade absoluta, que é a visão de uma imagem, e podemos dizer que a visão dessa imagem prova a existência dessa imagem (embora não prove a existência do objeto que ela representa). Porém essa prova só é válida para aquele que tem a visão de tal imagem. Um cego não tem prova alguma, e nem pode ter, da existência da tal imagem. Assim, levando adiante a analogia, podemos dizer que quem não tem fé é como um cego.
Ora, como se pode julgar alguém por não ser capaz de enchergar? Mas é isso que muitos fazem ao condenarem os outros por não acreditarem em Deus. É o mesmo que dizer que é um crime ser cego!
Não tenho fé que Deus exista (considerando a definição acima). Mas se ele existir, não acho que ele me condenará por eu ser cego.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Sobre a mortalidade.
Alguns termos que inventei (ou não) para expressar conceitos sobre a mortalidade. Os acompanhados com * são os concebidos por mim, o que não implica que já não os tenham inventado.
Mortal: O que morre por natureza e pode ser morto.
Amortal *: Aquele que vive para sempre, se não for morto por um ente externo.
Imortal : Aquele que não pode morrer.
Anamortal *: Que não teve nascimento, sempre existiu, mas pode ser morto.
Inamortal *: Que sempre existiu e não pode ser morto.
Eterno: Aquele que existe fora do tempo e que, portanto, não morre, sempre existiu e sempre existirá.
Inmortal *: Que não pode ser morto, mas morre naturalmente.
Mortal: O que morre por natureza e pode ser morto.
Amortal *: Aquele que vive para sempre, se não for morto por um ente externo.
Imortal : Aquele que não pode morrer.
Anamortal *: Que não teve nascimento, sempre existiu, mas pode ser morto.
Inamortal *: Que sempre existiu e não pode ser morto.
Eterno: Aquele que existe fora do tempo e que, portanto, não morre, sempre existiu e sempre existirá.
Inmortal *: Que não pode ser morto, mas morre naturalmente.
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